Processos de avaliação pós-pandemia: como aplicar a avaliação diagnóstica e traçar um plano justo?

A avaliação diagnóstica é crucial para promover um plano mais justo e adequado aos alunos no pós-pandemia, saiba mais sobre a sua importância.


Vivenciamos um ano completamente atípico. Para minimizar a disseminação do novo coronavírus, precisamos nos manter distantes fisicamente, impossibilitando as aulas presenciais como haviam sido planejadas.


As redes de ensino tiveram de se adaptar para preservar o vínculo entre os estudantes e o ambiente escolar. Apesar dos esforços dos professores para atender aos objetivos pedagógicos, algumas lacunas de aprendizagem irão surgir.


Para identificá-las, é preciso utilizar ferramentas que possibilitem traçar um plano justo ao aluno diante desse cenário, como a aplicação da avaliação diagnóstica.


Os planos de retomada das aulas presenciais ou híbridas precisam ser estruturados de forma a colocar em prática medidas e adaptações importantes para preservar não apenas a aquisição de conhecimento como também o bem-estar e a integridade dos estudantes e dos profissionais da educação.


Neste contexto, além de protocolos de higiene e segurança e o retorno progressivo das atividades, após este longo período de isolamento, é preciso colocar em prática a avaliação diagnóstica para identificar a necessidade de reposição e recuperação de conteúdos pedagógicos.


Esta ferramenta, em geral, é aplicada no início do ano letivo ou sempre que se julgue preciso reavaliar o rumo do ensino e analisar a necessidade da adequação entre o programa de ensino e os conhecimentos dos alunos - como será o caso nessa retomada.


Pensando nisso, preparamos este artigo evidenciando como a aplicação da avaliação diagnóstica poderá ajudar a estabelecer um plano justo ao aluno no período pós-pandemia. Acompanhe a seguir.


Afinal, o que é avaliação diagnóstica?


A avaliação diagnóstica é uma ferramenta que ajuda a determinar lacunas no aprendizado e a criar condições propícias à aquisição de conhecimento.


Ela é utilizada para identificar dificuldades individuais dos estudantes, propor planos de intervenções pedagógicas compatíveis com as características de cada turma e analisar o desenvolvimento do grupo como um todo.


Por que a avaliação diagnóstica é importante no período pós-pandemia?


De forma geral, a avaliação diagnóstica é realizada no período de volta às aulas, pois serve para embasar o trabalho escolar do ano que está iniciando. Entretanto, pode ser aplicada em qualquer outro momento que se fizer necessária.


Incluir esse processo de avaliação pós-pandemia é fundamental para que os estudantes acompanhem as próximas etapas de aprendizado previstas para o ano letivo, apesar de todas as dificuldades que a pandemia trouxe para o processo ensino-aprendizado.


Assim, o instrumento fornecerá subsídios para que as instituições e os educadores entendam o nível de aprendizagem dos alunos e possam definir o ponto de continuidade para seguir com o processo educacional e fazer as adequações das estratégias e rumos do ensino.


Como a avaliação diagnóstica pode ajudar a traçar um plano justo ao aluno?


A avaliação diagnóstica deve ser utilizada como ponto de partida para o trabalho dos professores neste momento de retomada de atividades. Afinal, a ferramenta permite identificar os conhecimentos assimilados durante a pandemia e quais as lacunas existentes e que podem interferir no aprendizado e na assimilação dos conteúdos seguintes.


Esta forma de planejamento deve estar sempre aberta a revisões e ajustes, considerando as informações coletadas no que tange ao conhecimento evidenciadas pela própria avaliação.


Ao voltarmos para as aulas presenciais ou híbridas, devemos, portanto, utilizar a avaliação para diagnosticar as habilidades cognitivas dos alunos como forma de garantir o seu desenvolvimento, formação e aprendizagem de forma justa, levando em conta a realidade.


Este processo pode ser feito por meio de exercícios, entrevistas, debates, questionários, simulações, interpretações de textos e uso de soluções tecnológicas, por exemplo, fornecendo insights para que o professor consiga fazer as adaptações pertinentes para garantir um retorno justo e contextualizado ao cenário vivenciado.


Ainda que a mudança promovida pela pandemia tenha sido abrupta, não permitindo que gestores escolares, secretarias de educação e professores pudessem se programar, é preciso planejar o retorno para minimizar os prejuízos à educação e garantir condições adequadas, justas e acolhedoras para os estudantes.


Portanto, aplicar a avaliação diagnóstica para traçar um plano justo ao aluno será uma estratégia essencial para que possamos nos adaptar ao “novo normal”.


Para obter mais dicas sobre o tema, confira também nosso artigo sobre como identificar as dificuldades de aprendizagem dos alunos em tempos de pandemia e siga acompanhando nosso blog para novas atualizações.


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